11:48

12º CONGRESSO DO PCdoB

Postado por Marcio Sanches |


4º DEBATE DAS TESE DO 12º CONGRESSO DO PCdoB

“Política de quadros comunistas para a contemporaneidade”

Qual é perfil do militante do Partido Comunista do Brasil? Que tipo de quadro queremos ter nas fileiras do partido para levar adiante a luta pelo socialismo?

São perguntas que a tese “Política de quadros comunistas para a contemporaneidade” provoca os comunistas para responder. Que tipo de militante as direções do PCdoB vão formar para que sejam, de fato, lutadores do povo?

É com este espírito que o jornalista e presidente do PCdoB, José Otávio, convida os filiados, militantes, simpatizantes e amigos para participar do debate “Política de quadros comunistas para a contemporaneidade”. É neste sábado, dia 29, às 15h, na sede do partido. Compareçam!

DEBATE “Política de quadros comunistas para a contemporaneidade”
Data: 29 de agosto de 2009 - sábado
Horário: 15h
Local: Sede do PCdoB – rua Maranhão, 157 – sala 3


Recadastramento de filiados

Parte importante do 12º Congresso do PCdoB é o recadastramento. Em todo o Brasil, filiados ao partido estão preenchendo a ficha de recadastramento, atualizando os dados e assim, facilitando a vida da direção para convocação das reuniões. Compareça sábado ao debate e aproveite para fazer o seu recadastramento.

11:44

Congresso da CTB

Postado por Marcio Sanches |


O agente penitenciário Wilson Moreira representa Londrina no Congresso Estadual da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que será realizado na próxima quarta-feira, dia 2, em Curitiba.

12:32

Evento de Valorização do Esporte Paranaense

Postado por Marcio Sanches |


07:58

II Congresso Estadual da CTB

Postado por Marcio Sanches |



II Congresso Estadual da CTB será realizado em 2 de setembro, em Curitiba

Muitos foram os transtornos. Primeiro havíamos marcado o congresso para dia 14 de agosto. Tivemos que adiar em razão do dia nacional de luta. Aliás, com presença marcante da CTB nas ações. Em razão da gripe A, marcamos para dia 11 de setembro. Nesta data era impossível, pois a data final para a realização dos congressos estaduais encerra dia 5 de setembro.
Não nos resta outra data, a não ser dia 2 de setembro em Curitiba. Então, vamos fazer um esforço para que cada entidade envie pelo menos dois delegados para participar do Congresso.
Sugerimos também que os delegados indicados para participar do Congresso Estadual sejam também indicados para o Congresso Nacional a ser realizado nos dias 24, 25 e 26 de setembro em São Paulo.
Para quem ainda não recebeu as teses escritas, procurar no portal da CTB. www.portalctb.org.br.
Superar os problemas, avançar na nossa capacidade de organização e de luta, é o que devemos fazer. Vamos preparar com planejamento e disposição a vinda de nossos delegados ao Congresso.
Abraço Fraterno a todos e todas,

José Agnaldo Pereira
Presidente da CTB-PR

fonte:http://pcdobpr.wordpress.com/
Publicado em 20/08/2009

10:25

3º debate das teses do 12º Congresso do PCdoB

Postado por Marcio Sanches |


“Garantir a continuidade do ciclo progressista, aberto em 2002 no Brasil, promovendo o aprofundamento das mudanças”



É o tema do debate deste próximo sábado (dia 22), na seqüência da etapa municipal do 12º Congresso do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). “Garantir a continuidade do ciclo progressista, aberto em 2002 no Brasil, promovendo o aprofundamento das mudanças” é a opinião dos comunistas sobre a atual situação do Brasil.

O PCdoB defende a vitória do povo nas eleições de 2010 para o fortalecimento do país enquanto nação soberana, democrática, próspera e socialmente avançada. E não vai medir esforços na sua tática política para conseguir este objetivo.

O responsável pelo debate será o engenheiro civil e professor da Uel, Nilson Magagnin. O horário é 15h e o local é a sede do PCdoB, na rua Maranhão,157 – sala 3.

Todos estão convidados. Dirigentes Municipais, filiados, militantes e simpatizantes. É importante que todos leiam o documento “Garantir a continuidade do ciclo progressista, aberto em 2002 no Brasil, promovendo o aprofundamento das mudanças”, que pode ser acessado pelo www.pcdob.org.br/12congresso

Lembramos os filiados que a presença é necessária para o recadastramento partidário. Informações com o presidente do PCdoB, José Otávio, pelo telefone 9942-8228.

DEBATE “Garantir a continuidade do ciclo progressista, aberto em 2002 no Brasil, promovendo o aprofundamento das mudanças”
Data: 22 de agosto de 2009 - sábado
Horário: 15h
Local: Sede do PCdoB – rua Maranhão, 157 – sala 3

No último sábado (dia 15), o 2º debate das teses do 12º Congresso do PCdoB “União dos Povos na Luta Antiimperialista” e “A extensa, profunda e grave crise do sistema capitalista”, com o economista e professor da UEL, Sinival Pitaguari, teve intensa participação dos filiados do Partido.

10:19

Sábado tem debate do 12º Congresso.

Postado por Marcio Sanches |


O tema é:

“União dos Povos na Luta Antiimperialista” e
“A extensa, profunda e grave crise do sistema capitalista”


A Direção Municipal do Partido Comunista (PCdoB), em Londrina, realiza no próximo sábado, dia 15, o segundo debate das teses do 12º Congresso. O tema é “União dos Povos na Luta Antiimperialista” e “A extensa, profunda e grave crise do sistema capitalista”, com o economista e professor da UEL, Sinival Pitaguari.

Convidamos dirigentes, filiados, amigos e simpatizantes do partido. O horário é 15h, na sede do partido (rua Maranhão, 157 – sala 3).

10:14

Unimol participa da Jornada Nacional de Lutas 2009

Postado por Marcio Sanches |


Participar da Jornada Nacional de Lutas 2009 da Conam – “Para combater a crise, menos juros, mais direitos sociais, mais políticas públicas”, em Brasília, é uma das tarefas deliberadas pelo o 4º Congresso da União das Associações de Moradores de Londrina (Unimol), Paraná, realizado no início do mês, nas dependências da Pontifícia Universidade Católica (PUC).

Estarão representando os movimentos sociais de Londrina na Jornada, nesta quarta-feira (dia 12), na capital federal, os dirigentes da Confederação Nacional de Associações de Moradores (Conam), Joel Tadeu e Neusa Maria Santos. Um ato político com as bandeiras da jornada de lutas da Conam foi realizado no final do 4º Congresso.

O Congresso que teve a participação de 120 representantes de associações de moradores trabalhou o tema “Os 20 anos do SUS – o programa Saúde da Família que queremos e Políticas Públicas que buscam a Cidadania”, com os seguintes painéis: “Avaliação dos 20 anos do SUS”; “O Programa Saúde da Família que queremos” e “Políticas Públicas e Cidadania”.

Outra deliberação foi a necessidade de filiar novas associações de moradores, fortalecendo Unimol, a Federação das Associações de Moradores do Paraná (Famopar) e a Conam.

Confira a nova Diretoria Executiva eleita no 4º Congreso da Unimol:

Presidente: Neusa Maria Santos
1ª vice: Maria Ângela Magro
2ª vice: Lidimar José Araújo
Secretário: Ângelo Barreiros
Tesoureiro: Nazor dos Santos;

Diretores suplentes:
Joel Tadeu Correa
Terêncio de Lima
Custódio Rodrigues do Amaral

10:09

Gomyde é nomeado assessor do ministro do Esporte

Postado por Marcio Sanches |


Uma boa notícia para o Paraná e a comunidade esportiva. A convite do presidente Luis Inácio Lula da Silva e do ministro Orlando Silva, o ex -deputado federal e ex- presidente da Paraná Esporte, Ricardo Gomyde, está atuando desde o início do mês, no gabinete do Ministro do Esporte para auxiliar nas políticas públicas esportivas de maneira geral e nas questões do futebol de maneira particular, com especial atenção para a Copa do Mundo de 2014.
Com 39 anos, Gomyde acumula a experiência de vereador de Curitiba, deputado federal e presidente da Paraná Esporte entre 2003 e 2009. Foi também vice-presidente da comissão de educação, cultura e desporto do Congresso Nacional de 1995 a 1999 e presidente do Fórum Nacional dos Gestores do Esporte.
“Me sinto muito honrado com o convite. Volto a Brasília com a convicção que atravessamos o melhor momento do esporte em nosso país. As novas legislações, a garantia da Copa 2014 e a possibilidade das Olimpíadas de 2016 abriram novo horizonte. Espero estar a altura dos desafios”, disse Gomyde.
Repercussão entre as lideranças do Paraná
A divulgação do nome de Ricardo Gomyde para assumir a assessoria especial no gabinete do ministro do esporte Orlando Silva foi recebida com muita animação pela classe política da cidade. Eles vêm em Gomyde um reforço para atrair mais visibilidade para a cidade na Copa 2014 e mais investimentos para o esporte do Estado.
O prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), comentou a escolha de Gomyde para o Ministério do Esporte. “O Gomyde tem uma trajetória de bons serviços prestados ao esporte nacional e certamente vai dar mais uma grande contribuição no Ministério do Esporte”, afirmou Richa. “Estou certo que sua experiência será muito importante para uma boa preparação do Brasil para a Copa de 2014, um dos grandes desafios que ele terá no governo federal.”O vice-governador e coordenador da Copa 2014, Orlando Pessuti, destacou a competência de Gomyde para a nova função. “Felicito o Gomyde pela escolha. Ele já tem a competência comprovada, quando passou pelo governo do Estado. Essa nomeação só fortalece a relação do estado com o ministério, principalmente no trabalho de preparação do estado para a Copa, trabalho esse que o Gomyde sempre me ajudou”, disse Pessuti.

23:46

Londrina organiza núcleo da CTB

Postado por Partido Comunista do Brasil Londrina |

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) ganhou mais um núcleo no Paraná. Foi em Londrina, norte do Estado, no último sábado (dia 18), com a presença do vice-presidente nacional da central, Nivaldo Santana, que apresentou os princípios e o plano de luta para uma plenária com 20 trabalhadores.
Os londrinenses elegeram uma comissão com cinco representantes. São eles: o técnico agrícola Adriano Lima, da Embrapa; o agente penitenciário Wilson Moreira; os servidores da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Marcelo Seabra e Nilson Magagnin e o técnico da indústria têxtil, Edson Weiber.
O núcleo da CTB em Londrina aprovou como indicativo de trabalho para os próximos dois meses a participação no Congresso Estadual e Nacional da entidade; a tentativa de filiação do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado e a participação no congresso do Sindicato dos Professores da UEL (Sindiprol). Também se comprometeram a encaminhar as jornadas de luta da central e trabalhar pela organização e filiação de sindicatos nas cidades da região.
De Londrina, José Otávio

21:54

PCdoB Londrina dá largada para o 12º Congresso

Postado por Partido Comunista do Brasil Londrina |

Na fria manhã de sábado (dia 25), comunistas de Londrina reuniram-se para o pontapé inicial rumo ao 12º Congresso do PCdoB, com o debate sobre o “Novo Programa Socialista”, comandado pelo presidente estadual, Milton Alves.


“O PCdoB é um partido diferente. Tem um programa claro, tem idéias e um conteúdo que não é encontrado em nenhuma outra agremiação política”. Esta foi a definição do líder comunitário Ronaldo Pereira, morador da região leste da cidade, que tomou a decisão de se filiar ao partido após a palestra do presidente estadual.


O “Novo Programa Socialista” é uma atualização do programa estratégico do PCdoB, que é de 1995. “Após 14 anos e a experiência de dois governos populares sob a presidência de Lula, estamos propondo o aperfeiçoamento do nosso programa, que representa uma transição do capitalismo para um novo modelo de produção social mais justo”, afirmou Milton Alves.


Além do programa, as teses do 12º Congresso do PCdoB tem o seguinte temário: União dos povos na luta antiimperialista; A extensa, profunda e grave crise do sistema capitalista; Garantir a continuidade do ciclo progressista, aberto em 2002 no Brasil, promovendo o aprofundamento das mudanças; Política de quadros comunistas para a contemporaneidade.


O presidente do partido em Londrina, José Otávio Ereno, informou que nos próximos dias, a direção municipal vai divulgar o calendário com data, hora e local de cada plenária para o debate das teses do congresso. “Vamos garantir para todos os filiados o espaço para amplo debate das nossas idéias”, declarou. A última atividade será a plenária final de filiados, em meados de setembro, que será a etapa municipal do 12º Congresso Nacional do PCdoB, em Londrina.


14:55

Contato

Postado por Partido Comunista do Brasil Londrina |

Direção Municipal do PCdoB de Londrina
E-mail: pcdoblda@gmail.com
Telefone: Marcelo Pinhatari: (43) 9682-7396

00:00

Institucional

Postado por Partido Comunista do Brasil Londrina |

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) é um partido político brasileiro, baseado
ideologicamente nos princípios do marxismo-leninismo, com expressão nacional e forte
penetração nos meios sindicais e estudantis. Fundado em 25 de março 1922,com o nome de
Partido Comunista do Brasil; Publicado no Diário Oficial da União em 4 de abril de 1922
sendo Partido Comunista - Seção Brasileira da Internacional Comunista - PC-SBIC; Sendo
reorganizado em 18 de fevereiro de 1962 como Partido Comunista do Brasil sob a sigla
PCdoB. Seu símbolo é uma foice e um martelo cruzados, em amarelo, sobre fundo
vermelho. Seu número de registro eleitoral é o 65[1] .
Edita o jornal A Classe Operária e a revista Princípios, e internacionalmente é membro
do Foro de São Paulo. Seu braço juvenil é a União da Juventude Socialista (UJS).
Atualmente, faz parte da base de sustentação do governo Lula.
História do PCdoB
O Partido Comunista do Brasil (PCB), fundado em 25 de março de 1922, congregou sob a
mesma legenda os comunistas até a cisão internacional deste movimento, ocorrida a partir
do XX Congresso do Partido Comunista da URSS, em 1956. É a partir deste acontecimento
que os comunistas se dividem no Brasil entre PCB e PC do B. No XX Congresso, Nikita
Kruschev apresenta seu "relatório secreto" com supostas denúncias contra Stalin e a defesa
dos "três pacíficos", sendo considerado revisionista pelos seus oposicionistas, ensejando a
divisão dos comunistas em diversos países.
No Brasil, a cisão atingiu a direção que reconstruíra o Partido dos golpes sofridos pelo
Estado Novo de Vargas, surgida na Conferência da Mantiqueira, em 1943, contando com
João Amazonas, Maurício Grabois, Pedro Pomar, Diógenes Arruda Câmara, entre outros,
sob a liderança de Luís Carlos Prestes.
Partido Comunista do Brasil 2
A desestalinização (1956-1962), a cisão do movimento comunista e
seus reflexos no Brasil
As divergências se deviam às teses da "coexistência pacífica", "competição pacífica" com o
capitalismo, a via "pacífica para o socialismo", a que se somavam as críticas ao papel de
Stalin e a noção de que na URSS não haveria mais classes sociais, sendo aquele um "Estado
de todo o povo". Por se oporem à nova linha, João Amazonas, Maurício Grabois, Diógenes
Arruda e Sérgio Holmos foram destituídos da comissão executiva e do secretariado do
Comitê Central em agosto de 1957. A luta interna desaguou em 1960 no 5o Congresso do
PCB, com alteração significativa do Comitê Central - 12 de 25 membros desta instância. É
esta nova direção que modifica o nome do PCB para "Partido Comunista Brasileiro" e os
estatutos então vigentes, sob o argumento de adequação à lei eleitoral de então com vistas
à obtenção da legalidade.
Contra tais mudanças sem o crivo de um congresso partidário é que se insurgem os
signatários da "Carta dos Cem", que reivindica a realização de um congresso partidário
para validar tais alterações e critica a nova linha, acusando-a de "oportunista de direita".
Com base nestas posições é que em 18/2/1962, através de uma Conferência Extraordinária,
surge o PCdoB, reivindicando-se o legítimo herdeiro e sucessor do PCB, datando sua
fundação em 25 de março de 1922 e mantendo o programa partidário de 1954, alterado
pela nova orientação moscovita.
Esta foi a primeira e mais grave de uma série de cisões que afetariam o PCB nos anos
seguintes. O PCB atual (Partido Comunista Brasileiro) surge como resistência à decisão
majoritária do Congresso do PCB em 1992 de tornar-se o atual PPS (Partido Popular
Socialista).
Até 1962, a história do partido pode ser encontrada no verbete: Partido Comunista
Brasileiro (até 1960, chamado Partido Comunista do Brasil)
A refundação do partido em 18 de fevereiro de 1962, em São Paulo, restaura a
denominação de Partido Comunista do Brasil, e adota a sigla PCdoB. Foi também
restabelecido o programa do 4o congresso (1954) e reativado o jornal A Classe Operária
(que havia sido suprimido pelo PCB). Seus principais redutos de atuação eram então os
estados de São Paulo, Guanabara, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
A diretriz maoísta (1962-1969)
Enquanto o PCB abandonava definitivamente a figura de Stalin, o PCdoB manteve o ex-líder
soviético como uma de suas referências teóricas (ao lado de Marx, Engels e Lenin). Na
mesma época a crise entre a União Soviética e a China atingiu o seu auge, quando o líder
chinês Mao Tse Tung criticou o processo de desestalinização em curso na URSS, e acusou
Khruschev de desvios "oportunistas" e "reformistas".
Como a direção do PCB mantinha-se rigidamente fiel a Moscou, a cisão de Mao com o
restante do movimento comunista atraiu a simpatia do PCdoB, que enviou emissários a
Beijing para formalizar a vinculação ideológica com as novas diretrizes ideológicas do
Partido Comunista da China. A partir de então, o partido passou a aproximar-se
progressivamente dos postulados maoístas, considerando apenas a China Popular e a
Albânia como países comunistas, e que os demais tinham retrocedido a uma diretriz
revisionista e não mais revolucionária.
Porém, a adesão ao maoísmo incluiu uma mudança nas estratégias seguidas pelo PCdoB.
Seguindo o princípio da Guerra Popular Prolongada, o PCdoB assumiu o compromisso de
Partido Comunista do Brasil 3
transferir seus quadros para o campo, iniciando a formação de um exército camponês. Essa
concepção de luta revolucionária contrastava tanto com as táticas tradicionais do PCB (que
fiel ao "caminho pacifico se opôs à luta armada contra a Ditadura) quanto com o foquismo
de novas forças como a ALN e o MR-8, que priorizavam a guerrilha urbana e o foco como
forma de combater o governo militar estabelecido em 1964.
A adesão definitiva do PCdoB ao maoísmo deu-se em 1966, em seu 6o Congresso. No ano
seguinte, o partido elaborou uma declaração de apoio à Revolução Cultural em curso na
China. Em 1968, o PCdoB sofreu duas cisões internas: a Ala Vermelha do PCdoB (favorável
à tática foquista) e o Partido Comunista Revolucionário (PCR).
A Guerrilha do Araguaia (1969-1976)
Desde 1966, o PCdoB buscava a formação de um núcleo de guerrilha no campo. A área
escolhida para a irradiação do futuro exército camponês (seguindo as linhas maoístas) foi a
região sul do Pará, próximo à divisa com Tocantins. Estima-se que o partido reuniu de 70 a
80 guerrilheiros na área, sob o comando do ex-militar Osvaldo Orlando da Costa (Osvaldão).
A maior parte dos efetivos da coluna guerrilheira do PCdoB (sob o nome de "Força
Guerrilheira do Araguaia") era composta por estudantes secundaristas ou universitários,
organizados em torno da União da Juventude Patriótica (UJP, braço juvenil do partido),
profissionais liberais e operários vindos principalmente de São Paulo e Minas Gerais. Como
era pequena a adesão entre habitantes locais, o partido criou a União pela Liberdade e
pelos Direitos do Povo (ULDP), cujo manifesto continha a base programática da guerrilha.
Em 1971, unidades do Exército descobriram a localização do núcleo guerrilheiro e foram
mobilizadas a fim de isolar a área, impedindo que sua atuação se alastrasse em direção ao
norte da Amazônia. As operações de repressão à guerrilha tiveram início em 1972, com três
expedições militares que mobilizaram 25 mil soldados. Sendo repelidas as duas primeiras, a
terceira expedição derrotou os últimos focos de resistência. A maior parte dos guerrilheiros
morreu em choque com as forças do Exército, incluindo Osvaldão e Maurício Grabois, que
morre em confronto com o Exército em 25 de dezembro de 1973. Na 3a campanha de
aniquilamento, houve uma guerra suja, tortura inclusive da população civil, execução e
decapitação de prisioneiros e ocultação de corpos de combatentes até os dias de hoje.
A derrota do Araguaia comprometeu a organização partidária, mas consagrou o mito da
guerrilha reconhecida como a mais efetiva experiência de luta armada à Ditadura. A maior
parte dos mortos na repressão do regime militar entre 1964 e 1979 foi de militantes do
PCdoB. A Guerrilha do Araguaia redefiniu os planos da Ditadura para a região amazônica e
a sua repressão é sistematicamente ocultada até hoje.
O abandono do maoísmo (1976-1979)
Desde o final da década de 60, a Ação Popular Marxista-Leninista (APML), um grupo
oriundo da esquerda católica, tinha adotado a ideologia maoísta e se aproximado do PCdoB.
A fusão dos dois grupos foi realizada em 1975, após o fim da luta armada. O PCdoB também
atraiu egressos do PCBR e MR-8.
Em 16 de dezembro de 1976, o DOI-Codi-SP invade uma casa na rua Pio XI, São Paulo,
assassina no local Pedro Pomar e Ângelo Arroio, mata na tortura João Batista Drumond e
mantém presos até a Anistia Wladimir Pomar (filho de Pedro), Aldo Arantes, Haroldo Lima e
Elza Moneratt (os dois egressos da AP), episódio conhecido como o Massacre ou Chacina da
Lapa. Num clima onde a oposição começa a ganhar força, a imprensa noticia, o crime choca
Partido Comunista do Brasil 4
e comove, dentro e fora do Brasil. A direção do Partido, duramente atingida, funciona até a
Anistia com base num núcleo no exílio. Anos mais tarde, descobriu-se que a operação
contou com a ajuda de um delator preso naquele ano, o dirigente do PCdoB Manoel Jover
Teles (ex-membro do CC do PCB e ex-PCBR), que foi expulso do partido em 1983.
Desfalcado de seus principais quadros, o PCdoB começou a se reorganizar com quadros
vindos da AP e a liderança pessoal de João Amazonas, que junto com Diógenes Arruda eram
os últimos remanescentes do grupo que reconstruiu do Partido em 1943 na Conferência da
Mantiqueira, em pleno Estado Novo, e em 1962. A morte de Arruda (em 1979) deixou
Amazonas como a liderança máxima do PCdoB até sua morte.
O fracasso da guerrilha camponesa e a nova política adotada pela China a partir da morte
de Mao, em 1976, levaram o PCdoB a romper totalmente com o maoísmo. Em 1978, o
partido acompanhou Enver Hoxha na sua crítica aos dirigentes chineses e passou a
considerar apenas a Albânia como país socialista, na condição de último baluarte do
stalinismo.
Nesse período, uma cisão interna do PCdoB deu origem ao Partido Revolucionário
Comunista (PRC), liderado por José Genoíno e Tarso Genro, e que mais tarde se juntaria ao
Partido dos Trabalhadores (PT), ao lado da Ala Vermelha.
A reorganização partidária (1979-1987)
A adoção da linha albanesa não significou a radicalização da política do PCdoB. Em 1978,
toda a esquerda tinha ação institucional através do MDB, de oposição moderada ao governo
militar, o PCdoB retoma seu espaço parlamentar e elegeu seus primeiros deputados sob a
clandestinidade.
Em 1979, com a Abertura política e a concessão da Anistia, o PCdoB encontrou um
ambiente favorável à sua penetração no sindicalismo e nas organizações estudantis. João
Amazonas regressa do exílio em 1979, e Diógenes Arruda falece de infarto no carro, a
caminho de um ato político. A refundação da UNE (1979), com Aldo Rebelo marcou o início
da hegemonia do partido na entidade universitária (que se mantem desde então, salvo no
biênio 1987-1988). Em 1984, o PCdoB fundou a União da Juventude Socialista (UJS), seu
braço juvenil.
Em 1980, Prestes rompe com o PCB defendendo "a reorganização do movimento comunista
do Partido Comunista" na célebre Carta aos Comunistas. Abandonado à própria sorte em
idade avançada, dependerá de amigos como Oscar Niemeyer para sobreviver e morrerá
filiado ao PDT.
No sindicalismo, o PCdoB adotou inicialmente uma política de aliança com os sindicalistas
ligados ao PCB, aderindo em 1983 à Conclat, que incluía também moderados e
não-marxistas. Dessa forma, o partido se opôs à CUT (braço sindical do PT). Em 1984, o
PCdoB integrou-se ao movimento das Diretas Já (formado por todos os partidos de
oposição), e no ano seguinte, com a derrota da emenda Dante de Oliveira, procura
Tancredo Neves buscando convencê-lo a lançar-se candidato no Colégio Eleitoral, no que
coincidiam com o PCB e o MR8, candidatura decisiva para a redemocratização e a
legalização dos partidos de esquerda em 1985. O PT se legalizou já em 1980. Nas eleições
para a Constituinte de 1986, o PCdoB elegeu seis deputados federais, incluindo Haroldo
Lima e Aldo Arantes. Destes, três foram originalmente eleitos pela legenda do PMDB, com o
qual permanecia aliado, fazendo parte da base de sustentação do governo de José Sarney.
Partido Comunista do Brasil 5
De 1987 ao Novo Programa Socialista (1995)
A crise social e econômica que se seguiu ao Plano Cruzado (1987) levou o PCdoB a romper
com o PMDB. Em seu lugar, buscou uma aproximação cada vez maior com o PT e o PSB.
Em 1988, os sindicalistas do PCdoB romperam com a Central Geral dos Trabalhadores e
formaram a Corrente Sindical Classista, que em seguida integrou-se à CUT, estando
atualmente ligado à CTB (ver Eventos recentes).
Em 1989, junto com o PSB, o PCdoB apoiou a candidatura de Lula à presidência. A aliança
com o PT para as eleições presidenciais se repetiu nos pleitos de 1994, 1998, 2002 e 2006,
obtendo êxito nos dois últimos, com o vice-presidente da chapa, o político e empresário
têxtil José Alencar, indicado pelo PL.
Junto com o PT, o PCdoB também fez oposição acirrada ao governo Fernando Collor. O
PCdoB defendeu já em 1991 defende o seu afastamento,que ocorre em setembro de 1992
com grandes mobilizações estudantis e participação da UJS, à frente juntamente da UBES e
da UNE. Nessa ocasião, destacou-se a liderança pessoal de Lindberg Farias, então
presidente da UNE e militante do PCdoB.
Paralelamente à adoção de uma postura mais radical internamente, o PCdoB começou a
perder suas referências externas. Em 1990, um ano após a queda do Muro de Berlim,
também o regime albanês desmoronou e com ele o stalinismo entrou em crise. O principal
reflexo dessas mudanças foi a decisão do PCdoB, no seu 8o congresso, em 1992, com o lema
O Socialismo Vive, deixa de citar Stalin como um dos "clássicos" do marxismo.
Essa decisão abriu ideologicamente o partido e permitiu a incorporação de novos
militantes. O PCdoB retomou os vínculos com Cuba. Em 1995, na sua 8a conferência, o
partido aprova seu Programa Socialista. Vários intelectuais comunistas anteriormente
ligados ao PCB (como Nelson Werneck Sodré e Edgard Carone) aproximaram-se do PCdoB.
Eventos recentes
O PC do B desde o princípio defendeu a formação de uma frente de esquerda para lançar
Lula`candidato à Presidência da República, tendo apoiado o PT nas eleições de 1989, 1994,
1998, 2002 e 2006. Aliado ao PT nacionalmente e na maioria dos estados, o PCdoB
registrou um aumento tímido de sua força política, mas o suficiente para manter uma
bancada permanente na Câmara dos Deputados (5 representantes em 1990; 10 em 1994; 7
em 1998; 12 em 2002; 13 em 2006). Em 2000, o PCdoB elegeu a sua primeira prefeita,
Luciana Santos, em Olinda (Pernambuco). Desde 2001, o partido passou a ser presidido por
Renato Rabelo (ex-militante da AP), que sucedeu a João Amazonas, falecido no ano
seguinte, aos 90 anos.
Com a vitória de Lula em 2002, o PCdoB pela primeira vez passou a fazer parte do governo
federal, ocupando a pasta dos Esportes com Agnelo Queiroz. Essa participação foi ampliada
em 2004, com a indicação de outro deputado, Aldo Rebelo, para a Coordenação Política do
governo (que deixaria no ano seguinte para voltar ao Congresso e ser eleito presidente da
Câmara dos Deputados). O PCdoB também conseguiu firmar sua participação no Senado,
com a filiação do senador Leomar Quintanilha (ex-PMDB). Em 2005 o partido obtém a
Presidência da Câmara Federal com o deputado Aldo Rebelo, após a renuncia de Severino
Cavalcanti (PP-PE). Em 16 de novembro de 1992, Aldo Rebelo assumiu por um dia a
Presidência da República.
Partido Comunista do Brasil 6
Em 2006, Inácio Arruda foi eleito senador pelo Ceará com quase dois milhões de votos. O
primeiro senador comunista depois de Luis Carlos Prestes, em 1946.
Apesar de crítico da política econômica do governo Lula, o PCdoB manteve seu apoio ao PT.
Em 2006, o PCdoB formalizou sua participação da aliança pela reeleição do presidente
Lula.
Abandona a CUT no final de 2007, para junto com o PSB e outras correntes independentes
no movimento sindical fundarem a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil -
CTB.
O PC do B foi anfitrião do 10o Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários,
de 21 a 23 de novembro de 2008, reunindo 65 partidos comunistas e operários de todo o
mundo, evento até então inédito na América Latina.
Também neste ano tem a sua maior ampliação nas eleições municipais, elegendo 40
prefeitos(as), entre os quais Edvaldo Nogueira, em Aracaju, e outras cidades como Olinda
(PE), Juazeiro da Bahia e Maranguape (CE).
Figuras de destaque
Personalidades de destaque que dirigem, dirigiram ou fizeram parte do PCdoB:
• Agnelo Queiroz
• Aldo Arantes
• Aldo Rebelo
• Alice Portugal
• Angela Albino
• Chico Lopes
• Daniel Almeida
• Flávio Dino
• Edmílson Valentim
• Edvaldo Nogueira
• Gustavo Petta
• Haroldo Lima
• Inácio Arruda
• Jamil Murad
• Jandira Feghali
• José Renato Rabelo
• Jô Moraes
• Lídice da Mata
• Luciana Santos
• Manuela D'Avila
• Marcos Gomyde
• Netinho de Paula
• Osmar Dias
• Perpétua Almeida
• Renildo Calheiros
• Rita Rodrigues
• Sandra Batista
• Socorro Gomes
• Vanessa Grazziotin
Partido Comunista do Brasil 7
• Martinho da Vila
• Jorge Mautner
• Nasi - vocalista da banda Ira!
Falecidos:
• Maurício Grabois (1912-1973)
• Diógenes Arruda (1912-1979)
• João Amazonas (1912-2002)
• Pedro Pomar (1913-1976)
• Angelo Arroyo (1928-1976)
• Francisco Milani (1936-2005)
• Osvaldo Orlando da Costa (1938-1974?)
• João Batista Drummond (1942-1976)
• André Grabois (1946-1973)
• Elza Monnerat (1913-2004)
• Helenira Rezende (1944-1972)
Programa
O PCdoB descreve-se, em seu estatuto, como o partido político da classe operária e do
conjunto dos trabalhadores brasileiros; alega guiar-se pela teoria científica e revolucionária
elaborada por Marx e Engels, desenvolvida por Lênin e outros revolucionários marxistas.
As alterações em sua visão sobre Stalin adotadas no 8o Congresso (1992) não o levaram a
modificar-se estruturalmente como um partido organizado sob os moldes da III
Internacional (comunista). Mantém os princípios leninistas do "centralismo democrático",
responsabilidade coletiva, crítica e autocrítica individuais. O PC do B considera
"anticientífic" o modelo único para a implantação do socialismo; mantém em seu programa
o papel do partido como vanguarda consciente da classe operária e liderança fundamental
na direção do Estado e no processo de formação da consciência social socialista. Seu
estatuto veda a formação de tendências ou frações internas, determinando uma política
permanente de unidade.
O "Programa Socialista" do PCdoB (apresentado em 1995) compreende o processo de
construção do socialismo sem especificar um número mínimo de etapas, sendo seu objetivo
superior e final o comunismo, alcançado a partir de uma transformação na sociedade e na
economia. Nessa última fase, o Estado será extinto e prevalecerá o lema de cada um
segundo sua capacidade, a cada um segundo sua necessidade. O Programa Socialista se
debruça sobre uma primeira fase de transição entre o capitalismo e o socialismo. Segundo o
Programa,
"O socialismo apóia-se no trabalho livre e no amplo desenvolvimento da técnica para
assegurar ritmos de crescimento e de produtividade capazes de impulsionar o
progresso ininterrupto da sociedade e garantir o aumento constante do bem-estar
material e espiritual dos trabalhadores e do povo. É um sistema destinado a liquidar a
exploração do homem pelo homem."
Mesmo reconhecendo que o socialismo é resultante de uma transformação revolucionária, o
PCdoB não despreza a via político-eleitoral. Quanto as fases de do socialismo, entende que,
no Brasil, esse processo deve se dar em pelo menos três fases distintas:
• transição preliminar do capitalismo ao socialismo;
Partido Comunista do Brasil 8
• socialização plena;
• construção integral do socialismo e passagem gradual ao comunismo.
Para a primeira fase, o PCdoB rejeita o confisco geral da propriedade privada, priorizando
as medidas parciais da construção socialista, que incluem o fortalecimento do capitalismo
de Estado, com o objetivo de acelerar o crescimento das forças produtivas e consolidar o
novo regime. Apenas os setores fundamentais deverão ser atingidos pela planificação
produtiva, embora os bancos privados venham a ser nacionalizados, bem como os recursos
minerais, as comunicações, correios, usinas de energia elétrica, portos e meios de
transporte essenciais. Também as empresas monopolistas que impedem o livre
desenvolvimento do país devem ser estatizadas. No entanto, o programa do PCdoB rejeita o
confisco da propriedade privada obtida por trabalho honesto.
Não há menção ao conceito de ditadura do proletariado.
Bibliografia
• BORGES, Joana d’Arc Mesquita. Teoria das necessidades em Marx e o projeto socialista
do PcdoB (8a Conferência}. 1996. Dissertação (Mestrado em Sociologia), Universidade
Federal do Ceará. [Orientador: Manfredo Araújo de Oliveira]
• GALDINO, Antonio Carlos. O PC do Brasil e o movimento de luta armada nos anos 60.
Campinas, 1994. (Dissertação de mestrado), Unicamp, 1994.
• POMAR, Valter Ventura da Rocha. Comunistas no Brasil: interpretações sobre a cisão de
1962. São Paulo, 2000. (Dissertação de mestrado). USP.
• SALES, Jean Rodrigues. “O PC do B nos anos 60: estruturação orgânica e atuação
política”. Cadernos AEL/Tempo de ditadura: do golpe aos anos 70. Campinas, Unicamp,
vol 8, no 14/15, p.13-49, 2001.
• SANTOS, Andréa Cristina dos. Ação entre amigos: história da militância do PCdoB em
Salvador (1965-1973). Salvador, 2004 (Dissertação de Mestrado)
• TAVARES, Rodrigo Rodrigues. A "Moscouzinha" brasileira: cenários e personagens
do cotidiano operário de Santos. São Paulo: Humanitas, 2007
Ver também
• Lista de partidos políticos no Brasil
• Política do Brasil
• Partido Comunista Brasileiro
• Partido Popular Socialista
Artigos relacionados
• Governo Lula
• João Amazonas
• Aldo Rebelo
• comunismo
Partido Comunista do Brasil 9
Ligações externas
• Página oficial do partido [2]
Referências
[1] Tribunal Superior Eleitoral: Partidos políticos registrados no TSE (http:/
/ www. tse. gov. br/ partidos/
partidos_politicos/
historico. html), acessado em 25 de julho de 2007
[2] http:/
/ www. vermelho. org. br/ pcdob/
Fontes e editores do artigo 10
Article Sources and Contributors
Partido Comunista do Brasil Source: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=16234554 Contributors: 555, Adailton, Aiman Franco, Alexanderps,
Alvesgustavo, Andreas Herzog, Ascalanth, Astratone, Augusto Pinheiro, Bisbis, CASPEREARK, Campani, Camponez, Cecchetto, Clara C.,
CommonsDelinker, DCandido, Dantadd, Der kenner, Diego Tupi, E2m, Epinheiro, Felipearaldi, Fernando S. Aldado, Franklin Kerber, Gaf.arq, Giro720,
Gunnex, Homo logos, Ibérico, Lameiro, LeandroDeon, Lijealso, Lmbassman2006, Lugusto, Mangroovy, Manuel Anastácio, Matheus-sma, Maurício I,
Mentecapto, Mikegenofre, Mlrm lmbassman, Mschlindwein, Nice poa, Niltonbr, OS2Warp, Osaminha, Patrick, Pedro Aguiar, Pietro Roveri, Pvss,
RafaAzevedo, Renato Rocha, Ricardo Castro, Servitiu, Thom, Valdivino neto, Yandinizzz, 129 edições anónimas
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Documentos

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-

06:55

Comitê Municipal

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Gestão 2013 à 2015

PRESIDENTE: Marcelo Pinhatari
SECRETÁRIO DE ORGANIZAÇÃO: Marcelo Seabra
SECRETÁRIO DE FINANÇAS: Neide
SECRETÁRIO DE COMUNICAÇÃO: Jaqueline

00:00

Institucional

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Governadores

Atualmente, o PCdoB não possui nenhum governador

Vice-governadores

Atualmente, o PCdoB não possui nenhum vice-governador

42 Prefeitos (eleitos em 2008)

• AL – Porto Real do Colégio – Eval de Oliveira Silva

• AL – Satuba – Cicero Ferreira da Silva

• AM – Anamã – Raimundo Pinheiro da Silva

• AM – Japurá – Raimundo Guedes

• BA – Brejões – Alan Andrade Santos

• BA – Campo Alegre de Lourdes – Alessandro Dias Rodrigues

• BA – Capela do Alto Alegre – Claudinei Xavier Novato

• BA – Correntina – Nilson Jose Rodrigues

• BA – Gandu – Irisma Santos da Silva Souza

• BA – Heliópolis – Walter Almeida Rosario

• BA – Ibicoara – Sandra Regina Gomes Vidal

• BA – Itacaré – Antonio Mario Damasceno

• BA – Ituaçu – Juvenal Wanderley Neto

• BA – Juazeiro – Isaac Cavalcante de Carvalho

• BA – Matina – Olga Gentil de Castro Cardoso

• BA – Prado – João Alberto Viana Amaral

• BA – Rodelas -Emanuel Rodrigues Ferreira

• BA – São Sebastião do Passé – Tania Maria Portugal da Silva

• BA – Serra do Ramalho – Carlos Caraibas de Sousa

• BA – João Francisco Santos – Tanhaçu

• BA – Ubatã – Agilson Santos Muniz

• BA – Urandi – Jose Cardoso de Oliveira

• CE – Crateús – Carlos Felipe Saraiva Beserra

• CE – Graça – Augusta Brito de Paula

• CE – Jucás – José Helânio de Oliveira Facundo

• CE – Maranguape – George Lopes Valentim

• CE – Potengi – Samuel Carlos Tenorio Alves de Alencar

• MA – Afonso Cunha – José Leane de Pinho Borges

• MG – Ibiá – Ivo Mendes Filho

• MG – Urucânia – José Carlos Estevam Mansur

• PB – Condado – Eugênio Paolli de Lima

• PE – Camaragibe – João Ribeiro de Lemos

• PE – Goiana – Henrique Fenelon de Barros Filho

• PE – Olinda – Renildo Vasconcelos Calheiros

• PE – Sanharó – Cesar Augusto de Freitas

• PI – Pavussu – Elias Ferreira Neto

• PI – Piracuruca – Raimundo Vieira de Brito

• PI – Sigefredo Pacheco – João Gomes Pereira Neto

• PR – Wenceslau Braz – Atahyde Ferreira dos Santos Junior

• RR – São Luiz – James Moreira Batista

• SE – Aracaju – Edvaldo Nogueira Filho

• SE – Cristinápolis – Raimundo da Silva Leal

66 Vice-prefeitos (eleitos em 2008)

• AC – Assis Brasil – Antonio Ribeiro Cavalcante

• AC – Capixaba – Diodato Mustafa de Andrade

• AC – Jordão – Elson de Lima Farias

• AC – Mâncio – Lima Eriton Maia de Macedo

• AC – Plácido Castro – Francineia Melo da Silva

• AC – Porto Acre – Raimundo Jerônimo dos Anjos Chaves

• AC – Porto Walter – José Gadelha das Chagas

• AC – Rio Branco – Francisco Eduardo Saraiva de Farias

• AC – Santa Rosa – Hilário Augusto Kaxinawa

• AC – Xapuri – Eriberto Brilhante da Mota

• AL – Major Isidoro – Eraldo dos Santos Lima

• AL – Marechal Deodoro – José Petrucio Soares da Silva

• AM – São Paulo de Olivença – Paulo de Oliveira Mafra

• BA – Boquira – Sinval Vieira de Sousa

• BA – Caetité – Maria de Fatima Silveira de Oliveira

• BA – Ibicoara – Djalma Pereira Costa

• BA – Igaporã – João Archanjo Junior

• BA – Ituaçu – Luis Carlos Barbosa da Silva

• BA – Jussari – José Guimarães de Souza

• BA – Lajedo do Tabocal – Emanuel Santos Brocchini

• BA – Morpará – José Agnaldo de Cerqueira

• BA – Nova Ibiá – Virgilio Pereira dos Santos (Bidui)

• BA – Palmas de Monte Alto – Manoel Alves Lopes (Netão)

• BA – Planaltino – José Carlos Gomes Nascimento

• BA – Rio do Pires – Nivaldo de Oliveira Macedo

• BA – Santanópolis – Geraldo Cunha de Cerqueira

• BA – Santo Amaro – Justino Oliveira dos Santos

• BA – São Miguel das Matas – Paulo Luiz de Jesus

• BA – Seabra – Renan Cavalcante de Oliveira

• BA – Una – José Roberto de Almeida

• BA – Várzea da Roça – Otavio Pereira de Oliveira

• CE – Alcântaras – Joaquim Benício Filho

• CE – Catunda – Francisco Freire Camelo

• CE – Pena Forte – Avelar Pereira Angelo

• CE – Quixelô – José Simão da Silva

• MA – Barreirinhas – José Augusto da Rocha Filho

• MA – Duque Bacelar – Jorge Luis Brito de Oliveira

• MA – Governador Edison Lobão – Geraldo Evandro Braga de Sousa

• MA – Mirador – José Ronilde Pereira de Sousa

• MA – Vargem Grande – Conceição de Maria Mesquita

• MG – Ibiá – Carlos Donizeti Mantoani

• PB – Marisópolis – Benedito Soares da Costa

• PB – Sapé – Melcíades José de Brito

• PE – Abreu e Lima – Marcos Antonio Peixoto de Siqueira

• PE – Bezerros – Carlos Francisco da Silva

• PE – Itaquitinga – Ivanildo Mendes Pereira

• PE – Nazaré da Mata – José Mauricio de Andrade

• PE – Salgueiro – Luiz Carlos de Souza

• PE – Tabira – Joel Mariano de França

• PI – Caridade do Piauí – João José de Sousa neto

• PI – Jaicós – José Reis de Sousa

• PI – Olho D´Água do Piauí – Francisco Soares de Oliveira

• PI – Paulistana – Elias de Sousa Rodrigues

• PI – Ribeiro Gonçalves – Cristovão José dos Santos Neto

• PI – Tanque do Piauí – Antonio da Silva Vieira

• PI – Varzea Grande – Benedito Pereira Nunes

• PR – Foz do Iguaçu – Francisco Lacerda Brasileiro

• PR – Francisco Alves – Roberto Ferreira Niero

• RN – Lagoa de Pedras – Sebastião Gilvan Fontoura

• RN – São Vicente – Raimundo Luiz da Silva Medeiros

• RN – Touros José – Damasceno Bezerra Junior

• RO – Machadinho do Oeste – Eder Biussi Camargo

• RS – Santa Rosa – Sandra Marisa Allebrandt Padilha

• SE – Brejo Grande – Marcelino Ferreira da Silva

• SP – Botucatu – Antonio Luiz Caldas Junior

• SP – Igarapava – José Humberto Lacerda Rodrigues

1 Senador (eleito em 2006)

• Inácio Arruda – CE

• SUPLENTES:

• Roberto Macagnan – 1º suplente do Senador Paulo Paim – RS

• Antônio Apurinã – 2º suplente da Senadora Marina Silva – AC

12 Deputados federais (eleitos em 2006)

• AC – Perpétua Almeida

• AM – Vanessa Grazziotin

• AP – Evandro Milhomen

• BA – Alice Portugal

• BA – Daniel Almeida

• CE – Francisco Lopes

• MA – Flávio Dino

• MG – Jô Moraes (líder do PCdoB na Câmara)

• PI – Osmar Ribeiro Júnior

• RJ – Edmilson Valentim

• RS – Manuela D’Avila

• SP – Aldo Rebelo

14 Deputados estaduais (eleitos em 2006)

• AC – Edvaldo Magalhães

• AC – Moisés Diniz

• AM – Eron Bezerra (licenciado para o cargo de Secretário Estadual de Agricultura)

• AM – José Lobo

• AM – Wilson Lisboa

• BA – Álvaro Gomes

• BA – Edson Pimenta

• BA – Javier Alfaya

• CE – João Ananias

• MG – Carlos Magno (Carlin)

• PE – Luciano Moura

• PI – Robert Rios

• RJ – Fernando Gusmão

• RS – Raul Carrion

• SE – Tânia Soares

608 Vereadores (eleitos em 2008)

• AC – 21

• AL – 12

• AM – 21

• AP – 8

• BA – 149

• CE – 56

• ES – 7

• GO – 8

• MA – 40

• MG – 39

• MT – 1

• PA – 9

• PB – 14

• PE – 42

• PI – 61

• PR – 11

• RJ – 11

• RN – 20

• RO – 5

• RR – 2

• RS – 22

• SC – 5

• SE – 6

• SP – 36

• TO – 1

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